Psicologia
Organizacional e do Trabalho
A psicologia Organizacional e do Trabalho, inicialmente era denominada como psicologia industrial, a qual foi ingressada com maior ênfase a partir da Revolução Industrial do século XIX. A Revolução Industrial trouxe muita mudança tecnológica para os locais de trabalho, como o investimento em maquinário. Desde então as máquinas ditavam o tempo de trabalho, pois as indústrias tinham como intuito aumentar a produtividade e a lucratividade, como consequência destas atitudes é iniciada pesquisas sobre as condições de trabalho destes colaboradores e operários dentro das empresas.
Os
Psicólogos Organizacionais e do trabalho ganham denominação a partir dos anos
50, definida como uma divisão aplicada da psicologia, preocupada com os
fenômenos psicológicos relacionados ao trabalho e as organizações.
Assim
apresentaremos algumas práticas do Psicólogo Organizacional e do Trabalho nas
seguintes tarefas: Explicar o comportamento do indivíduo, do grupo e da
organização; Mensurar o comportamento e prever potencial; Contribuir para o
desenvolvimento da organização e Traduzir as descobertas da pesquisa e
outorgá-las aos usuários potenciais.
Tarefa
: Explicar
o comportamento do indivíduo, do grupo e da organização.
Atividade Prática: Entrevista de Desligamento
Uma entrevista de desligamento não
procura defeitos, problemas e/ou culpados. Procura oportunidades de melhoria
para ambos os lados – empresa e funcionário. Quando o funcionário é demitido ou
quando é demissionário, a entrevista tem dois objetivos básicos, sendo eles:
· Identificar,
tanto quanto possível, de maneira natural, as causas que motivaram a demissão
ou que motivaram o pedido de demissão;
· Obter
contribuições para ações que o ex-funcionário considera úteis e necessárias
para a empresa/área.
Condução
de uma Entrevista de Desligamento
1.
Por ser opcional para o
funcionário, a entrevista deve ser conduzida com descrição e tato, sem pressões
por parte do entrevistador.
2.
O entrevistador jamais deve assumir
uma postura defensiva em relação á empresa ou do ex-funcionário. Seu papel
consiste fundamentalmente em ouvir e fazer perguntas inteligentes. Falando o
mínimo possível.
3.
O entrevistador não pode esquecer
que , na maioria das vezes, o ex-funcionário está sob forte impacto emocional
diante da demissão. Por isso, suas respostas e reações não devem ser totalmente
consideradas. Será mais importante entender o que for dito nas “entrelinhas”.
4.
Muitas vezes o ex-funcionário fala
com o corpo, importante o entrevistador estar atento a isso.
5.
Se o entrevistador perceber uma
contradição entre a manifestação verbal e não verbal, deve apontá-la, com
sutileza e solicitar um esclarecimento.
6.
O entrevistador não deve permitir
que a entrevista descambe para a “fofoca”.
7.
Uma única entrevista não é
suficiente para o RH tirar conclusões a respeito da empresa ou de um
determinado gestor. É fundamental aguardar uma amostragem representativa.
Tarefa
: Mensurar o comportamento e prever o
potencial.
Atividade Prática: Recrutamento e Seleção
Recrutamento de Pessoal
Recrutamento
de Pessoal é uma atividade de atração, divulgação e de comunicação – portanto
uma atividade tipicamente positiva e convidativa – a seleção.O recrutamento de
pessoal deve prontamente basear-se em três pontos básicos: Rapidez, Economia e
Qualidade. Assim, a escolha dos métodos e recursos a serem utilizados devem ser
os mais econômicos, rápidos e que possam obter pessoal da melhor qualidade
possível. Quanto à população que pretende atingir, o recrutamento pode
ser: Interno: quando visa obter elementos originários da população dos
funcionários da organização. Para tanto, pode utilizar recursos como: indicação
da chefia, indicação baseadas em resultados da avaliação de desempenho,
inscrições abertas para posterior seleção. Externo: quando visa obter
elementos originários da população extra empresa. Os meios utilizados para esse
tipo de recrutamento são: jornal, agências de emprego, escolas
profissionalizantes, panfletos etc. Nesta modalidade de recrutamento, é
importante verificar o veículo mais adequado para atingir a população
pretendida.
Seleção de Pessoal
A seleção
de pessoas integra o processo agregar pessoas e funciona logo após o
recrutamento. Ambos, o recrutamento e a seleção de pessoas, fazem parte de um
mesmo processo: ingresso de pessoas na organização.
A seleção de pessoal é uma atividade de escolha, de classificação e de decisão. Enquanto o objetivo do recrutamento é abastecer o processo seletivo – os candidatos- o objetivo da seleção é escolher e classificar os candidatos mais adequados às necessidades do cargo e da organização.
Embora o processo de seleção seja de responsabilidade formal do RH, os gerentes de linha costumam tomar a decisão final sobre a contratação de pessoas em sua unidade. É importante, portanto, que os gerentes entendam os objetivos, as políticas e as práticas usadas para a seleção. Dessa forma, eles podem envolver-se extremamente no processo desde o início. Os responsáveis pela de seleção devem ter informações adequadas como base para suas decisões. Informação sobre os cargos a serem preenchidos, o conhecimento da relação do número de candidatos por vaga e o máximo de informações relevantes possíveis sobre os próprios candidatos são essenciais para a tomada de decisão seguras.
A seleção de pessoal é uma atividade de escolha, de classificação e de decisão. Enquanto o objetivo do recrutamento é abastecer o processo seletivo – os candidatos- o objetivo da seleção é escolher e classificar os candidatos mais adequados às necessidades do cargo e da organização.
Embora o processo de seleção seja de responsabilidade formal do RH, os gerentes de linha costumam tomar a decisão final sobre a contratação de pessoas em sua unidade. É importante, portanto, que os gerentes entendam os objetivos, as políticas e as práticas usadas para a seleção. Dessa forma, eles podem envolver-se extremamente no processo desde o início. Os responsáveis pela de seleção devem ter informações adequadas como base para suas decisões. Informação sobre os cargos a serem preenchidos, o conhecimento da relação do número de candidatos por vaga e o máximo de informações relevantes possíveis sobre os próprios candidatos são essenciais para a tomada de decisão seguras.
Escolha das técnicas de seleção do ocupante
Reunidas as
informações sobre o cargo a ser preenchido, o passo seguinte é a escolha das
técnicas de seleção para conhecer os candidatos adequados. As técnicas de
seleção são agrupadas em cinco categorias:
•Entrevista
•Provas de conhecimento ou capacidade
•Testes Psicométricos
•Testes de Personalidade
• Técnicas de Simulação
•Entrevista
•Provas de conhecimento ou capacidade
•Testes Psicométricos
•Testes de Personalidade
• Técnicas de Simulação
Entrevista
de Seleção: é um processo de comunicação entre duas pessoas ou mais pessoas que
interagem entre si no qual uma das partes está interessada em conhecer melhor a
outra. Entrevistar é o método mais utilizado em seleção de pessoal.
Entrevista Dirigida (com roteiro
preestabelecido)
Entrevista Livre ( sem roteiro definido)
Entrevista Livre ( sem roteiro definido)
Prova de
conhecimento ou capacidade: são instrumentos para avaliar o nível de
conhecimentos gerais e específicos dos candidatos exigidos pelo cargo a ser
preenchido. Procuram medir o grau de conhecimentos profissionais ou técnicos
como noção de informática, de contabilidade, de redação, de inglês etc. Por
outro lado, as provas de capacidade constituem amostras de trabalho que são
utilizadas como testes para verificar o desempenho dos candidatos. Procuram
medir o grau de capacidade ou habilidade para certas tarefas, como perícia em
lidar com computado, da digitadora ou operador de máquinas.
Testes
Psicométricos: constitui uma medição objetiva de uma amostra do comportamento
no que se refere a aptidão da pessoa. Os testes psicométricos são utilizados
como uma medida de desempenho e se baseia em amostra estatística de comparação,
sendo aplicados sob condições padronizadas.Os Testes Psicométricos apresenta
três características: preditor, validade e precisão.
Testes Psicométricos
• Testes de aptidões – Gerais e Específicos.
• Testes de aptidões – Gerais e Específicos.
Testes de
Personalidade: são denominados psicodiagnósticos quando revelam traços gerais
de personalidade em uma síntese global. Nesta categoria estão os chamados
testes expressivos (de expressão corporal) como por exemplo, PMK, e os chamados
testes projetivos (de projeção de personalidade) por exemplo o teste da árvore
de Koch.
Testes de Simulação: são essencialmente técnicas de dinâmica de grupo. A principal técnica de simulação é o psicodrama.
• As técnicas de simulação são usadas como um complemento do diagnóstico, ou seja, o candidato é submetido uma dramatização de algum evento relacionado ao papel que irá desempenhar na organização, fornecendo uma visão mais realista acerca de seu comportamento futuro.
• As técnicas de simulação são utilizadas nos cargos que exigem relacionamento interpessoal, como direção, gerência, supervisão, vendas, compras, contatos, etc.
Testes de Simulação: são essencialmente técnicas de dinâmica de grupo. A principal técnica de simulação é o psicodrama.
• As técnicas de simulação são usadas como um complemento do diagnóstico, ou seja, o candidato é submetido uma dramatização de algum evento relacionado ao papel que irá desempenhar na organização, fornecendo uma visão mais realista acerca de seu comportamento futuro.
• As técnicas de simulação são utilizadas nos cargos que exigem relacionamento interpessoal, como direção, gerência, supervisão, vendas, compras, contatos, etc.
Tipos e possibilidades no processo seletivo
•
Entrevista de Triagem: esclarece o perfil da vaga e exclui os candidatos inaptos
à sua ocupação.
• Entrevista Tradicional: Reúne as técnicas de abordagem e direcionamento tradicionais, verifica a adequação do candidato às condições do cargo e realidade da empresa e investiga alguns aspectos comportamentais.
• Entrevista Tradicional: Reúne as técnicas de abordagem e direcionamento tradicionais, verifica a adequação do candidato às condições do cargo e realidade da empresa e investiga alguns aspectos comportamentais.
Tarefa
: Contribuir
para o desenvolvimento da organização
Atividade Prática: Programa de Implantação da Avaliação de Desempenho.
Os
psicólogos organizacionais e do trabalho ajudam a organização a gerenciar seus
recursos humanos com eficiência. A avaliação de desempenho tem como objetivo
analisar o desenvolvimento dos colaboradores, promovendo um melhor crescimento
pessoal e profissional. É um instrumento utilizado em um determinado período e
desenvolvido por uma razão bem definida pela organização. O psicólogo a partir do objetivo traçado irá
desenvolver e formular a avaliação para ser aplicada.
A
avaliação será feita pelo líder direto do setor, podendo o psicólogo aplicar
caso ele seja o responsável pelos colaboradores. Faz-se necessário uma
capacitação do avaliador, pois o termo avaliação traz desconforto para os dois
componentes da avaliação, uma vez que é papel do avaliador levar os resultados
e feedbacks para os colaboradores, tendo que estar assim no controle para lidar
com a situação que pode ser negativa.
A
Avaliação de Desempenho bem administrada traz beneficio não só para a empresa
como também para o colaborador tendo como exemplo a qualidade de vida dos
funcionários, as relações intergrupais e as necessidades dos funcionários.
Realizada a
avaliação ela servirá de ferramenta para:
·
Eficácia de práticas e
procedimentos organizacionais;
·
Melhorar a desempenho no trabalho;
·
Identificar necessidades de
treinamento;
·
Comemorar êxitos e aprender com os
insucessos;
·
Promover mudanças nas relações
interpessoais;
·
Desafiar e estimular o
aperfeiçoamento;
·
Ajustar os objetivos e as metas da
empresa com a equipe;
·
Decisões administrativas;
·
Feedback aos funcionários.
Tarefa
: Traduzir as descobertas da pesquisa e outorgá-las aos
usuários potenciais.
Atividade Prática: Medir a Eficácia dos
Treinamentos
O treinamento e uma das melhores formas de grantir o
desenvolvimento profissional dos funcionarios e de uma empresa, no entanto e
necessário medir a qualidade de tal e verificar sua eficiência prática. os tópicos
abaixo demostram uma das formas que o psicólogo organizacional e do trapabalho utiliza
para realizar essa função.
1 – DETERMINAR O PONTO INICIAL
O ponto inicial precisa
ser definido. Elabore um questionário de perguntas e respostas sobre o processo
a ser desenvolvido é uma tática eficiente. Além disso, deve-se entender aquilo
que procura melhorar como um dado estatístico de produtividade.
2 – ELEJA UM CASE PRÁTICO
Esse case será o
termômetro visível para os colaboradores perceberem as expectativas a serem
construídas no processo de ensino. Através desse case será mais fácil para a
equipe compreender a eficiência das ações realizadas no treinamento.
3 – TREINAMENTOS EM ETAPAS
Treinamentos por etapas,
organizados de maneira pedagógica, permitem comparar o processo durante sua
aplicação, sendo possível moldar os caminhos, mexer nas práticas e criar novas
estratégias para alcançar os objetivos propostos. Com os treinamentos
divididos, podemos averiguar o aproveitamento de cada um e qualificar ainda
mais a equipe imersa no treinamento.
4 – DETERMINE INDICADORES
COMPORTAMENTAIS E PROCESSUAIS
Dentro da linha de
treinamento, precisamos ter indicadores responsáveis por medir as expectativas
práticas desses processos. Dessa forma, podemos entender as aptidões
necessárias a serem construídas pelos colaboradores e pelos facilitadores da
aprendizagem. Esses indicadores deixam claras as intenções de todos e evita
ruídos de comunicação e interpretações erradas sobre os objetivos propostos.
5 – CATALOGUE OS
EXERCÍCIOS
Uma boa maneira de
compreender a teoria e a prática é fundamentar isso com a comparação do que foi
produzido no treinamento e o que foi empregado no dia a dia. Não adianta o
treinamento se perder no plano das ideias se as expectativas são bem pontuais
sobre aquele conhecimento construído no momento de aprendizagem ou atualização.
Catalogando as ações dos treinamentos, podemos comparar esses compromissos
pedagógicos com os processos reais de sua aplicação no cotidiano da empresa.
6 – MONITORANDO O
PÓS-TREINAMENTO
Resultados de
produtividade devem ser atendidos, assim como os índices de qualidade e
segurança praticados durante o processo de aprendizagem. Com indicadores,
podemos entender a prática sobre o conhecimento construído e, assim,
compreender melhor se aquele treinamento é adequado para a realidade da
empresa. Muitos treinamentos são ricos na teoria, mas se perdem dentro do
ambiente prático. Com esse monitoramento, fica mais fácil perceber se o
treinamento serviu para aprimorar as escolhas sobre os próximos passos a serem
tomados.
É isso ai galera! Esperamos que tenham gostado.
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REFERÊNCIAS
http://cursosnocd.com.br/psicologia-organizacional/o-surgimento-da-psicologia-organizacional-e-do-trabalho.htm
DATA: 25/03/2016
HORA: 19:16
DATA: 25/03/2016
HORA: 19:16
http://cursosnocd.com.br/psicologia-organizacional/o-surgimento-da-psicologia-organizacional-e-do-trabalho.htm
DATA: 25/03/2016
HORA: 19:20
DATA: 25/03/2016
HORA: 19:20
http://veler.com.br/blog/6-passos-para-medir-a-eficacia-dos-treinamentos-de-colaboradores/
DATA: 25/03/2016
HORA: 20:04
HORA: 20:04
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
BOHLANDER,
G.W.e col.Administração de Recursos Humanos. SP: Pioneira Thomson Learning,
2003.
CHIAVENATO,
I. Gestão de Pessoas. RJ: Campus, 1999.
CHIAVENATO.
I. Recursos Humanos. Ed. Atlas Edição Compacta

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